domingo, 17 de novembro de 2013
MAXI
Este blog disse na quinta-feira passada que Maxi Rodríguez é titular absoluto deste time. Não pode ficar no banco. Vargas ou Riveros ou Barcos que me desculpem, mas o único estrangeiro que não pode sobrar no Grêmio é M. Rodríguez. Lembra, e muito, Montillo nos melhores momentos. O Grêmio faz força para ficar de fora do G-4, mas Renato tem estrela! Agora é fazer três pontos fora de casa, mais três em casa e o Grêmio garante o segundo lugar na competição e entra como favorito, sim, favorito, para a Libertadores. Quem viver, verá!
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Vitória suada
O Grêmio tem um jogador que desfila de cabeça erguida, na vertical, com passadas largas. Às vezes, é displicente, atira as mãos à cintura e erra muitos passes, porque seus passes são para frente, não para os lados, como os da maioria dos jogadores. Entretanto, tem velocidade, uma visão de jogo invejável e toques de calcanhar precisos Em certas ocasiões, lembra o argentino Montillo, ele que também fala espanhol, mas é uruguaio. Falo de Maxi Rodríguez, jogador em quem aposto muito e que precisa se tornar urgentemente titular do time do Grêmio. Ontem, de novo, entrou muito bem, passeando pelo tapete verde como há muito não se via no palco da Arena.
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O Grêmio, depois de fazer o gol, lembrou o velho Grêmio, seguro e com personalidade. Antes, porém, foi um pavor. Sempre imaginei que o Vasco estivesse mais perto de abrir o placar. Contudo, quando Rodolpho fez o gol de cabeça, os nervos se acalmaram e o time apresentou um bom futebol, sem oferecer riscos. Além de Rodolpho e de M. Rodríguez, quem gastou a bola foi Souza, que dominou o meio de campo e, para mim, teve a melhor atuação em campo. Agora, contra o Flamengo, o time precisa manter essa dinâmica dos últimos quinze minutos para buscar a vitória e, enfim, a reabilitação no campeonato. Se bater o rubro-negro, o tricolor entra com força nas três rodadas finais do Brasileirão.
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O Grêmio, depois de fazer o gol, lembrou o velho Grêmio, seguro e com personalidade. Antes, porém, foi um pavor. Sempre imaginei que o Vasco estivesse mais perto de abrir o placar. Contudo, quando Rodolpho fez o gol de cabeça, os nervos se acalmaram e o time apresentou um bom futebol, sem oferecer riscos. Além de Rodolpho e de M. Rodríguez, quem gastou a bola foi Souza, que dominou o meio de campo e, para mim, teve a melhor atuação em campo. Agora, contra o Flamengo, o time precisa manter essa dinâmica dos últimos quinze minutos para buscar a vitória e, enfim, a reabilitação no campeonato. Se bater o rubro-negro, o tricolor entra com força nas três rodadas finais do Brasileirão.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Goleada
Ou bem o Grêmio muda de postura ou o caminho para fora da Libertadores será iminente. Já o é. Durante noventa minutos fomos massacrados. O meio de campo esteve perdido, os três volantes não marcaram ninguém e Pará e Teles foram um desastre. Do ataque, nem falo. De Minas, para mim, ficaram duas certezas: Maxi joga nesse time com meia perna e Renato demora muito a utilizar o banco, mesmo quando a equipe caminha em campo. Gremistas, temeis.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Barcos - ainda
Verdade,
entreguei-me a um exercício malfadado de adivinhação e acreditei em um
centroavante que de costume não faz gols. É que sempre gostei de finais
surpreendentes, desde a personagem que sai com a cabeça decepada da amante
ladeira acima até aquele assassinato em que há uma reviravolta no capítulo
final. Mea culpa. O pior nem é isso, mas que, ontem, a cada gol perdido de
Barcos e, vá lá, de Kleber, eu tinha a certeza, a certeza absoluta de que o
desfecho imprevisível estava logo ali à frente, que eu veria a epopeia de um
anti-herói e chegaria aqui no dia seguinte e diria: "eu avisei, eu
avisei". Entretanto, para a desilusão de meus vaticínios e para a minha própria
tristeza, redundância que hoje se explica, o milagre da multiplicação dos gols
não aconteceu e o Grêmio está eliminado da Copa do Brasil. Também pudera, quando
o melhor atacante do time é um volante de nome Ramiro... A memorável jornada
que levaria Barcos do inferno ao céu não aconteceu e o ato final que o
consagraria e glorificaria também não. Barcos é como um texto manjado do início
ao fim. E ruim.
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
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