quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Barcos - ainda

Verdade, entreguei-me a um exercício malfadado de adivinhação e acreditei em um centroavante que de costume não faz gols. É que sempre gostei de finais surpreendentes, desde a personagem que sai com a cabeça decepada da amante ladeira acima até aquele assassinato em que há uma reviravolta no capítulo final. Mea culpa. O pior nem é isso, mas que, ontem, a cada gol perdido de Barcos e, vá lá, de Kleber, eu tinha a certeza, a certeza absoluta de que o desfecho imprevisível estava logo ali à frente, que eu veria a epopeia de um anti-herói e chegaria aqui no dia seguinte e diria: "eu avisei, eu avisei". Entretanto, para a desilusão de meus vaticínios e para a minha própria tristeza, redundância que hoje se explica, o milagre da multiplicação dos gols não aconteceu e o Grêmio está eliminado da Copa do Brasil. Também pudera, quando o melhor atacante do time é um volante de nome Ramiro... A memorável jornada que levaria Barcos do inferno ao céu não aconteceu e o ato final que o consagraria e glorificaria também não. Barcos é como um texto manjado do início ao fim. E ruim. 

2 comentários:

  1. Agora, é preparar-se para o que há de vir...

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    1. Agora é tentar manter a segunda posição para sermos campeões da Libertadores ano que vem. Os últimos campeões da Libertadores ficaram em segundo no nacional!

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